O Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (IMIP), no Recife, prepara uma ampliação de sua estrutura de diagnóstico por imagem e Radioterapia voltada ao atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Em visita técnica divulgada em 7 de agosto de 2026, o Ministério da Saúde informou que acompanha as obras necessárias para a instalação de tomógrafos, aparelhos de ressonância magnética e um acelerador linear.
A expansão reúne três áreas diretamente ligadas à Radiologia — Tomografia Computadorizada, Ressonância Magnética e Radioterapia. Segundo o Ministério da Saúde, a iniciativa integra esforços para enfrentar gargalos no diagnóstico e no início do tratamento oncológico em Pernambuco.
O que está sendo preparado no IMIP
A visita técnica do Ministério da Saúde teve como foco o acompanhamento das intervenções estruturais necessárias para receber novos equipamentos no IMIP. A publicação oficial cita tomógrafos, aparelhos de ressonância magnética e um acelerador linear.
O movimento chama atenção por envolver, simultaneamente, capacidade de diagnóstico por imagem e de tratamento por Radioterapia. No contexto da assistência oncológica, Tomografia e Ressonância Magnética participam de diferentes etapas da investigação, avaliação e planejamento assistencial, enquanto o acelerador linear é utilizado na realização de tratamentos radioterápicos.
O Ministério apresenta o IMIP como Centro de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (CACON) em Pernambuco e destaca sua atuação especializada no atendimento pelo SUS.
Expansão está ligada ao atendimento oncológico
Ao divulgar a visita, o Ministério da Saúde relacionou as ações no instituto à necessidade de melhorar o acesso ao diagnóstico e ao tratamento do câncer. A pasta registrou que o trabalho busca enfrentar gargalos existentes entre a investigação diagnóstica e o início da terapêutica.
Essa relação é relevante porque a ampliação de equipamentos, isoladamente, não resume o desafio assistencial. A capacidade de atendimento depende também de infraestrutura adequada, organização dos serviços e integração entre diagnóstico, planejamento e tratamento.
Por que a ampliação importa para a Radiologia
Para Técnicos e Tecnólogos em Radiologia, a iniciativa merece atenção por abranger três frentes da área em uma mesma instituição. Tomografia Computadorizada e Ressonância Magnética fazem parte da rotina dos serviços de diagnóstico por imagem, enquanto a Radioterapia envolve atuação especializada na execução dos tratamentos e nos processos relacionados à segurança e qualidade.
A entrada de novos equipamentos pode ampliar a capacidade tecnológica disponível ao SUS, mas a publicação do Ministério não detalha, até o momento, aspectos como dimensionamento das equipes, organização das escalas ou eventual necessidade de novas contratações. Por isso, não é possível antecipar efeitos sobre postos de trabalho ou quadro profissional.
A divulgação oficial consultada não estabelece uma data para o início da operação de todos os novos equipamentos nem apresenta, no texto, um quantitativo consolidado de tomógrafos e aparelhos de ressonância magnética. Informações numéricas encontradas em fontes complementares não são tratadas aqui como consolidadas diante de diferenças entre os dados disponíveis.
Radioterapia também está no centro da expansão
A instalação de um acelerador linear reforça a dimensão terapêutica da iniciativa. Documentação oficial anterior do Ministério da Saúde já registrava projeto relacionado à ampliação e qualificação da Radioterapia no IMIP, com foco no aumento do acesso ao tratamento oncológico pelo SUS.
Além disso, ações federais recentes já haviam incluído o instituto entre unidades contempladas com equipamentos de diagnóstico por imagem, inserindo a movimentação atual em um contexto mais amplo de investimento na estrutura assistencial.
O que acompanhar daqui para frente
Os próximos marcos relevantes serão a conclusão das adequações físicas, a instalação dos equipamentos e a definição de quando eles entrarão efetivamente em operação. Também será importante acompanhar informações oficiais sobre a capacidade adicional de atendimento e os impactos concretos sobre os fluxos de diagnóstico e tratamento oncológico no estado.
Até que esses dados sejam divulgados, a informação confirmada é que o Ministério da Saúde acompanha no IMIP as obras destinadas a receber equipamentos de Tomografia, Ressonância Magnética e Radioterapia e associa essa expansão ao enfrentamento dos gargalos da assistência oncológica em Pernambuco.
Ministério da Saúde — visita técnica ao IMIP divulgada em 7 de agosto de 2026; Ministério da Saúde — documentação oficial sobre ampliação e qualificação da Radioterapia no IMIP e ações de expansão de equipamentos no SUS; Diario de Pernambuco — cobertura complementar consultada para contextualização, com ressalva quanto a quantitativos não consolidados.
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