O Ministério da Saúde anunciou em 20 de outubro que o financiamento anual da iodoterapia no SUS passará de R$ 5,2 milhões para R$ 18 milhões, aumento de 246%, e incluiu o TSH recombinante na nova oferta oncológica.
A mudança alcança diretamente a Medicina Nuclear, ao considerar iodo-131, radioproteção, equipe, transporte de radiofármacos, manutenção e rejeitos radioativos.
O reajuste anunciado
O comunicado oficial de 20 de outubro de 2026 informa que o recurso anual para iodoterapia, usada no tratamento do câncer de tireoide, passará de R$ 5,2 milhões para R$ 18 milhões, contemplando seis tipos de procedimentos. Trata-se de financiamento nacional, não de transferência comprovada a cada unidade.
Novos tratamentos e a Medicina Nuclear
Entre os nove medicamentos oncológicos cuja oferta começa nesta semana está a alfatirotropina (TSH recombinante), para câncer diferenciado de tireoide com indicação de iodo radioativo. A pasta prevê expansão de 20 centros iniciais a outros serviços até o fim do ano. O novo custeio reconhece despesas com iodo-131, transporte, radioproteção e gerenciamento de rejeitos.
Impacto e próximos passos
Para serviços de Medicina Nuclear, o reajuste pode melhorar as condições de sustentabilidade e organização da assistência. Profissionais devem acompanhar os atos operacionais, as regras de habilitação e a disponibilidade efetiva de medicamentos e radiofármacos. O anúncio não significa ampliação imediata da capacidade em cada hospital.
Os R$ 18 milhões são previsão de custeio anual nacional; o comunicado não discrimina pagamentos por estabelecimento ou cronograma local.
Fontes
Fonte: Ministério da Saúde, comunicado de 20/10/2026.
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